segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Conheça 3 teorias religiosas desacreditadas pela ciência

É comum de quase todas as religiões criarem métodos de cura e teorias baseados na imaginação humana. Algumas destas religiões, não satisfeitas em convencer seguidores utilizando a explicação do "milagre", tentam provar cientificamente os seus costumes.
Veremos aqui três exemplos de teorias religiosas que eram aceitas cientificamente em suas épocas, mas que foram descartadas pelo ponto de vista cientifico atual.

- Água benta


Em 1988, os adeptos da homeopatia acreditaram que finalmente a ciência reconhecera a eficácia desse tipo de tratamento. Isso porque o médico imunologista francês Jacques Benveniste publicou um artigo na revista Nature que mostrava que a água tinha memória, isto é, que ela guardava traços dos elementos que haviam entrado em contato com ela. Como a terapia homeopática baseia-se na ideia da diluição de uma substância ativa na água até que não sobre mais nada dessa substância no remédio, a proposição de Benveniste era a "prova científica" para a eficácia do tratamento. O problema é que ninguém, fora os hoemopatas, levou o artigo de Benveniste muito a sério, pois sua hipótese nunca conseguiu ser reproduzida em laboratório. Para piorar, uma nova pesquisa divulgada em 2005 também pela revista Nature e realizada pelo pesquisador R.J. Dwayne Miller, da Universidade de Toronto (Canadá), e por cientistas do Instituto Max Born, da Alemanha, mostrou que a proposta de que a água retenha alguma "memória" de substâncias com que teve contato está errada. Nessa pesquisa, os cientistas não buscavam criticar o princípio homeopático, mas entender como a água funciona. Mas, mesmo sem querer, eles acabaram jogando um balde de água fria na ideia de Benveniste.

- O gigante de Cardiff


O gigante de Cardiff é a típica fraude que logo é desmascarada pela ciência mas que, mesmo assim, permanece como uma "verdade" para boa parte da população. Em outubro de 1869, um fazendeiro da região de Cardiff, no Estado de Nova York (EUA), alegou ter descoberto em suas terras o "fóssil" de um homem gigante de cerca de três metros de altura petrificado. Muitos religiosos acreditavam ser esta a prova de que nos tempos pré-diluvianos esses gigantes existiram de fato, como na narrativa bíblica de Davi e Golias. Os cientistas logo constataram que tratava-se de uma peça esculpida em gesso e enterrada no local alguns anos antes. Mas isso não impediu que as pessoas de várias partes viajassem até Nova York e pagassem ingresso para ver o gigante de Cardiff, uma "prova verdadeira" dos relatos bíblicos.

- Design inteligente


Os adversários do evolucionismo resolveram construir sua própria teoria científica para tentar explicar racionalmente os atos de criação divina. Essa versão "científica" elaborada pelos criacionistas não chega a ser ciência de verdade, pois não segue os métodos científicos, mas eles se esforçam para fazer parecer que é. A ideia de que há um designer inteligente e sobrenatural atuando sobre o universo é defendida em várias teorias, nem sempre coesas e coerentes entre elas, por cientistas como o bioquímico Michael J. Behe, da Lehigh University, e o biologista molecular Jonathan Wells, do Instituto Discovery para Ciência e Cultura. Um dos argumentos "científicos" usados pelo design inteligente é o da complexidade irredutível. Segundo Behe, existem estruturas biológicas que não poderiam ter evoluído de um estado mais simples. Elas seriam irredutivelmente complexas e, portanto seria impossível que pudessem ter "evoluído" a partir de estruturas menos complexas, pois essas não teriam condições de existir. Para os cientistas, por não ser um método empírico, o design inteligente não é ciência e sim filosofia.

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Provavelmente, isso continuará acontecendo e as teorias sem fundamentos criadas pelas religiões um dia deixarão de ser aceitas pela maioria da população, e finalmente classificaremos essa parte da nossa história apenas como mitologia.

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5 comentários:

  1. Eu como cristão, as vezes me envergonho da fé que tenho em Deus, pois vejo Ateus com fé muito maior que a minha, de acreditar que o nada nos criou.

    Espero que os cientistas criem a partir do nada um macaco que depois irá virar no que somos hoje, apesar que eu não tenho fé pra isso não ... heheh

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    1. A evolução independe de fé, depende de fatos, de estudo ed eintelig~encia. Se uma pessoa diz que não pode entender "qie o nada nos criou" mas aceita para si que uma entidade veio do nada pra criar tudo, esta pessa já rompeu com a lógica e com o bom senso faz tempo.

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  2. Sobre a questão da cura com água: a água é apenas um símbolo para a mente, que acaba acreditando tanto na cura que acaba proporcionando uma ajuda ou mesmo a cura completa.

    O blog está mudando de tema? Eu preferia o tema anterior, apenas de gostar de ler textos ateístas também.

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  3. Eu não sei por que vocês que se dizem religiosos tem essa necessidade de crer em algo! Vocês vivem procurando provas de que sua religião é verdadeira ( milagres, imagens em reflexos de cameras, vidros e outros ), ao invés de tentar entender o mundo como ele é agora. Se Deus realmente existiu ou existe ele fez a coisa para andar com suas proprias pernas e não para um bando de doidos ficarem tentando mudar o mundo com a força do pensamento.

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  4. não duvido da evolução, adaptações tanto podem como devem acontecer. o que duvido na teoria da evolução é a ideia de que uma espécie ser transforma lentamente em outra no decorrer de milhares ou até milhões de anos.

    quanto aos criacionistas,eles fazem o que podem para defender as suas idéias assim como os evolucionistas, porém nenhum dos dois merecem muito crédito.

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