quarta-feira, 17 de abril de 2013

Mãe mata filho de 4 Anos para tirar demônio do corpo

Alegando que se não fosse morto ele mataria todos na família, a mãe de 29 afoga o próprio filho de 4 anos para tirar o demônio de seu corpo.
Por favor, religiosos, perdoem a moça, mas não defendam esse tipo de atitude utilizando deus. Grato.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

NASA declara: o mundo não acabará em 2012

Ao chegarmos mais perto da data para o fim do mundo, baseada no calendário maia, uma parte da população tem ficado preocupada com a situação.

Quem mais sofre com estas especulações é a NASA, que passa a receber insistentes perguntas sobre a alegação do apocalipse.

Julgando necessário acalmar essa parcela da população, a NASA se pronunciou referente ao suposto acontecimento e declarou que não existe possibilidades de que o planeta Terra sofra com algum tipo de apocalipse vindo do espaço:



Se o apocalipse vier do espaço, podemos ficar despreocupados por mais um ano.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Exemplos de comportamento humano em macacos

O vídeo mostra vários comportamentos humanos observado em macacos, como a capacidade de aprender e copiar, compaixão, etc.


Após assistir ao vídeo, não fica difícil considerar a hipótese da seleção natural.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Debate - Ciência vs Religião

O 3a1 traz um filósofo, um teólogo e um físico para tratar de um assunto pouco comum na televisão brasileira: as grandes questões existenciais sobre a origem da vida no Planeta Terra.

O grande embate entre os adeptos do criacionismo, que professam interpretações do texto bíblico para explicar os mistérios da criação humana; versus o pensamento científico, que se apoia na seleção natural da teoria do evolucionismo de Charles Darwin para defender o Big Bang como princípio da formação do universo.

Assuntos como ateísmo, fanatismo, determinismo e liberdade de credo foram temas tratados no debate com clareza e desenvoltura. Tudo isso com o objetivo de aproximar o telespectador de questionamentos filosóficos que fazem parte do dia a dia, principalmente quando se trata de religião, devoção e fé.

A grande busca do homem em toda sua existência por respostas maiores foram apresentadas como dúvidas que permeiam também a vida dos debatedores -- especialistas em suas áreas, mas não detentores de respostas definitivas. Eles analisam as grandes contradições deste embate secular, na perspectiva da história, da diversidade cultural e do avanço do conhecimento.

Para falar do assunto, o 3a1 recebe a filósofa Nelma Medeiros, professora de filosofia da UFRRJ e integrante do NovaMente (clínica, pesquisa e estudo em psicanálise); o biofísico Henrique Gomes de Paiva Lins de Barros, professor do Instituto Carlos Chagas e ex- Diretor do Museu de Astronomia e Ciências Afins; e o filósofo e teólogo Luiz Correa Lima, professor do Departamento de Teologia/PUC-RJ.

A apresentação é de Luiz Carlos Azedo.

3a1: toda quarta, às 22h00, na TV BRASIL.

Para mais edições, acesse: http://tvbrasil.org.br/3a1/

Pessoas demoram mais para envelhecer no espaço

Como os astronautas que estão na Estação Espacial Internacional (ISS) estão se movimentando tão rápido, eles também estão envelhecendo um pouco mais devagar do que o resto de nós. Devido a um princípio da física conhecido como dilatação do tempo, depois de seis meses de permanência na ISS, os astronautas que voltam são um pouquinho mais jovens do que o resto de nós. 
Mas antes que você compre uma passagem que o leve, literalmente, para fora deste mundo, entenda que isso que estamos falando não é exatamente uma fonte da juventude. Seus seis meses de esforços para reduzir o envelhecimento vão lhe proporcionar apenas 0,007 segundos de vida extra, de acordo com cálculos de um astronauta da ISS.

Mas essa não é realmente a questão que estamos tratando quando discutimos como os humanos envelhecem no espaço. Vamos começar com um resumo de como o processo de envelhecimento acontece na Terra. Até os cientistas descobrirem uma forma de nos tornar imortais, a maioria de nós passa pelo processo de envelhecimento. Isso geralmente envolve metamorfoses, como ossos se tornando frágeis, veias enrijecendo, músculos ficando ineficientes, articulações se endurecendo, intestinos ficando irritáveis, bexigas se tornando imprevisíveis, dentes se decompondo, visão diminuindo, pele enrugando e por aí vai.
Enquanto para a maioria das pessoas leva décadas para que elas realmente comecem a sentir os efeitos do processo de envelhecimento, os humanos baseados no espaço experimentam alguns deles em avanço rápido. Geralmente, os efeitos são reversíveis uma vez que o astronauta volta pra casa, embora às vezes algumas poucas mudanças possar ser permanentes.

A falta de gravidade é a principal causa dessas alterações intensas.A gravidade é uma das mais importantes forças que atuam na Terra, e ela desempenha um papel imenso na maioria de nossos sistemas corporais. Pegue os músculos como exemplo. Os músculos de pessoas mais velhas tendem a encolher e se atrofiar à medida que elas envelhecem e se tornam menos móveis. Os músculos dos astronautas reagem de maneira similar porque mal são usados. É por isso que os astronautas no espaço por períodos prolongados usam máquinas especiais de exercícios para ajudar a mitigar esse efeito.

Um processo similar acontece com os ossos. Depois de uma certa idade, as pessoas na Terra começam a perder massa óssea, geralmente a uma taxa de cerca de 1% a 2% ao mês. Como o sistema esquelético dos astronautas não precisa suportar seu peso, os ossos começam a diminuir a produção de novo material ósseo e a aumentar a quantidade de absorção do osso velho. Felizmente, seus sistemas esqueléticos voltam ao normal depois de um tempo passado em terra firme.

Embora eles digam 0,007 segundos, os astronautas ainda experimentam alguns dos sintomas de um processo de envelhecimento persistente. Pesquisadores estão trabalhando para descobrir a mecânica de por que essas mudanças ocorrem, bem como o que pode ser feito para evitá-las. Essa informação não só ajudará a tornar o voo espacial mais fácil para o corpo humano, como também ajudará a melhorar a vida na Terra.

Fonte:

Asteroide descoberto em 23/05 passará de "raspão" na Terra nesta segunda-feira

Um asteroide de 20 metros passará hoje (28/05) a apenas 51 mil km da Terra, pouco acima da órbita dos satélites geoestacionários. O objeto, batizado 2012 KP24, só foi descoberto no dia 23/05 (quarta-feira passada). 
Apesar do "raspão", em distâncias astronômicas, não há risco de impacto com o planeta e não será possível vê-lo a olho nú, devido ao seu pequeno tamanho.

Se entrasse em nossa atmosfera, provavelmente se fragmentaria e não chegaria a atingir o solo.

O horário de máxima aproximação está previsto para às 12h20, no horário de Brasília.

Fonte:

Você sabe quanto ganha um astronauta?

Diga a palavra "astronauta" e você logo invocará as visões de heróis e feitos heróicos: Alan Shepard e Virgil Grissom concluindo com sucesso os voos suborbitário; John Glenn orbitando a Terra a bordo do Friendship 7 em um voo histórico de cinco horas; Neil Armstrong descendo a escada do módulo lunar na superfície da Lua; e Jim Lovell estabilizando a Apollo 13 após uma explosão. 
Bom, a maior parte dos astronautas norte-americanos é funcionário público. E como tal, eles precisam participar de reuniões, ir a sessões de treinamento e escrever relatórios - como qualquer outro funcionário de escritório. Entretanto, possuem algumas habilidades específicas, exclusivas a seu trabalho. E eles desfrutam, embora raramente, de oportunidades de viagem e trabalho no espaço. Desse ponto de vista, você pode dizer que os astronautas são funcionários comuns do governo que precisam viajar muito, tanto pelo mundo quanto no espaço.


Espera-se que os astronautas civis permaneçam na NASA por pelo menos cinco anos; durante esse período são funcionários do governo federal. A promoção para a maioria desses funcionários baseia-se em um sistema de níveis de salário ocupacional ou "cargo". Uma classe geral (GS, sigla para general schedule) determina os salários para 15 cargos. Os funcionários geralmente ingressam no serviço civil federal no cargo inicial de uma determinada função e começam a progredir até chegarem ao cargo máximo para aquela ocupação. A classificação das remunerações dos astronautas civis vai de GS-11 a GS-14, com base na experiência e na formação acadêmica. Atualmente, um astronauta da GS-11 recebe inicialmente US$59.493 por ano; um astronauta da GS-14 pode ganhar anualmente até US$130.257.
Os astronautas civis podem escolher o plano de saúde e o seguro de vida; o pagamento do prêmio dessas apólices é compensado em parte pelo governo. Como todos os funcionários públicos, os astronautas contratados após 1º de janeiro de 1984 participam do FERS (Sistema de Aposentadoria de Funcionários Públicos Federais), um plano de aposentadoria de três fases que inclui previdência social, um fundo de pensão e um plano de poupança econômica opcional.


Os astronautas militares são nomeados para a NASA por um tempo de serviço especificado. Eles permanecem na ativa e recebem seus salários, benefícios e licenças como militares.


Fonte:
HSW
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