quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Religiosos reconhecem a superioridade ateísta

Os religiosos fazem de tudo para tentar convence-lo, será que eles usam a maneira correta de fazer isso?
Suas propagandas são apelativas será a religião incapaz de convencer pelos seus próprios méritos?


Alguém discorda?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Grupo de ateus causa polêmica com outdoor que afirma que “Deus é um amigo imaginário”

O anúncio colocado em três outdoors pelo grupo de ateus “Boulder Atheists” (Rocha de Ateus), juntamente com a Coalizão da Razão do Colorado (COCORE), está causando polêmica nas cidades de Denver e Colorado Sprigs, no estado do Colorado, nos Estados Unidos.


Os cartazes trazem em letras garrafais as afirmações: “Deus é um amigo imaginário – Escolha a realidade, será melhor para todos nós”, e, segundo o site do COCORE, têm o objetivo de iniciar um debate, a fim de “promover um encontro da comunidade e do pensamento”.

O grupo ateu afirma ter colocado os cartazes por estarem preocupados com o fato de as pessoas religiosas sentirem que tem não só o direito, mais a obrigação de obrigar as demais pessoas a adotar suas crenças religiosas.

As cidades não foram escolhidas por acaso, Denver foi a cidade escolhida para sediar, nesse ano, a convenção nacional da Aliança Ateia da América (The Atheist Alliance of America).

Groff Schroeder, membro do COCORE e presidente dos Livres Pensadores de Colorado Springs, disse que o grupo espera que os cartazes “intensifiquem a comunicação entre os crentes e não crentes, e todos em geral”. Ele afirmou ainda que gostaria que a entidade tivesse dinheiro para espalhar os cartazes por todas as grandes cidades do estado.

“Se você não concordar com os sentimentos do outdoor, por favor, não se ofenda. Nós estamos mais interessados em abrir um diálogo que incomodá-los. Não pedimos para vocês parar de acreditar em sua versão de um ser sobrenatural. Nós pedimos que vocês não considerem impor suas opiniões religiosas sobre os outros”, afirmou a organização ateísta.

Fonte:

Ministério Público pede que notas de real não tragam a frase “Deus seja louvado”

A coluna Radar Online, assinada por Lauro Jardim na revista Veja, trouxe uma denúncia que deve gerar muita polêmica no Brasil. Embora seja um país laico, ou seja, sem religião oficial, existem várias menções religiosas nas atitudes do governo e vários feriados religiosos nacionais.


Recentemente, o procurador substituto do Ministério Público Federal em São Paulo, Pedro Antonio de Oliveira, quer que a frase “Deus seja louvado” seja retirada das cédulas de Real.

Em dezembro do ano passado, o procurador fez uma representação devido a uma suposta “ofensa à laicidade da República Federativa do Brasil”. Em outras palavras, ele pede que o Banco Central não imprima mais “Deus seja louvado” nas cédulas de dinheiro.
Para o procurador, essa frase desrespeita o Estado laico e, portanto, não deveria estar nas cédulas.

O Banco Central já iniciou um procedimento interno para tratar do caso. Em sua resposta ao procurador, divulgada na semana passada, o banco lembra que, a exemplo da moeda, até a Constituição foi promulgada “sob a proteção de Deus”.
Também argumenta que “A República Federativa do Brasil não é anti-religiosa ou anti-clerical, sendo-lhe vedada apenas a associação a uma específica doutrina religiosa ou a um certo e determinado credo”.

O Banco Central acredita que a ação do procurador “padece de vício de origem”, pois é atribuição do Conselho Monetário Nacional determinar como serão as cédulas e as moedas do país.
Não é a primeira vez que o assunto é tratado. Vários artigos já foram publicados em relação a isso. Porém, é a primeira vez que existe uma ação clara de um órgão federal.

O jornalista Túlio Vianna, assina um artigo na revista Fórum que exemplifica bem qual a posição dos sem religião:

“A liberdade constitucional de crença é também uma liberdade de descrença, e ateus e agnósticos também são cidadãos brasileiros que devem ter seus direitos constitucionais respeitados.

O mesmo se diga em relação aos politeístas, que acreditam em vários deuses e não aceitam a ideia de um deus onipotente, onisciente e onipresente.
Um bom exemplo do uso do nome de Deus com violação do princípio da laicidade é a expressão “Deus seja louvado” no dinheiro brasileiro.

Como não incomoda à maioria da população, acaba sendo negligenciada em detrimento dos direitos constitucionais dos ateus, agnósticos e politeístas, que ainda não são bem representados no Brasil.

Já se vê, porém, algumas destas expressões riscadas à caneta nas notas brasileiras, o que é uma clara manifestação de descontentamento com o desrespeito à descrença alheia”.

Fonte:
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